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5 artistas que pensaram o Centro Cultural São Paulo em suas obras

07/02/2017

O Centro Cultural São Paulo já foi tanto tematizado diretamente em trabalhos de diversos artistas como serviu de ponto de partida no processo de realização de algumas obras. Selecionamos produções que integram a Coleção de Arte da Cidade e que destacam, de alguma forma, por meio de diversos suportes e procedimentos, o espaço do CCSP.

1) Caio Reisewitz – Jardim da Biblioteca Braille (2007)

Foto: Reprodução

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Ambos os trabalhos registram, sob uma luminosidade despojada, o espaço que abrigava a Biblioteca Louis Braille – atualmente a administração do CCSP. O artista explora em sua produção as relações entre documento e obra de arte, manifestando seu interesse por fotografias arquitetônicas e paisagens urbanas.

2) Daniel Acosta – Toporama Vergueiro (2010)

Foto: Reprodução

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A obra ”Toporama Vergueiro”, mobiliário de MDF laminado e compensado, ficou montada no Espaço Flávio Império (Foyer) e atualmente compõe a paisagem da Gibiteca Henfil. O trabalho foi concebido pelo artista e arquiteto Daniel Acosta, conhecido por suas obras que transitam entre a arquitetura portátil com formas orgânicas e o mobiliário urbano.

3) German Lorca – Sem título (2007)

Foto: Reprodução

A fotografia sobre papel é um registro da arquitetura do CCSP a partir do Piso Caio Graco e encontra-se na recepção da administração do edifício. A produção de Lorca se volta às cenas da vida cotidiana, como registros da paisagem da cidade de São Paulo, utilizando diferentes técnicas que influenciam até hoje novas gerações de artistas.

4) Gladys Maldaun – Sem título (momentos da construção do Centro Cultural São Paulo) (1982)

Foto: Reprodução

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Em sua série de desenhos em pastel seco sobre papel, a artista retrata momentos da reta final da construção do Centro Cultural São Paulo, em 1982, ano de sua inauguração. Os trabalhos exaltam o projeto arquitetônico, concebido para valorizar o aspecto multidisciplinar dos espaços, além de figurarem o entorno do CCSP.

5) Thiago Bortolozzo – Vital Brasil (2002)

Foto: Reprodução

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A instalação do artista integrou a mostra do Programa de Exposições do CCSP e instiga por sua relação com o espaço. Trata-se de uma obra de arte ou de uma reforma no prédio? A partir dessa questão, o público se encontrou defronte a um trabalho que se materializava com elementos instáveis e típicos de reformas, como tapumes que se adaptam às vigas e colunas do piso expositivo.

Créditos
Texto: Danilo Satou
Projeto gráfico: Luiza Zelada
Colaboração: Supervisão de Acervo do CCSP

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