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Atlas Abstrato

10/01/2017

Breve depoimento da Curadora Juliana Monaquesi sobre a exposição ‘Atlas Abstrato’ Em cartaz no Centro Cultural da Cidade de São Paulo (CCSP) até dia 12 de Março de 2017 na sala Tarsila do Amaral.

“ Esta parte curatorial do programa de exposições é o caminho das pedras de muito artista, que é um dos programas mais importantes da cidade de São Paulo para difusão da arte nascente em São Paulo. Além dos artistas que mandam seu portfólio selecionado – essa possibilidade de um ou mais curadores mandarem propostas curatoriais. Ela tem a premissa de que o projeto curatorial estabeleça relações com a coleção de arte da cidade. Fiz um mergulho na coleção de arte da cidade que é incrível! I muitas coisas que eu não conhecia, que eu não tinha visto e foi uma pesquisa muito instigante ter contato com as obras, o projeto Atlas Abstrato era uma proposta de fazer um recorte da coleção da cidade de obras abstratas – um arco de tempo que vai do século XIX até a arte super contemporânea. (…)
(…) Tentei criar diálogos inesperados. Em vez de mostrar, por exemplo, tem dois trabalhos do León Ferrara. Em vez de mostrar os dois trabalhos juntos, num contexto em que a gente está mais acostumado, um está num núcleo e outro está em outro completamente diferente e eles estabelecem relações novas ou inesperadas com outro trabalho. E assim foram os trabalhos de todos os artistas – a gente criou diálogos entre obras da coleção com obras dos convidados para promover uma leitura diferente do Centro Cultural São Paulo.’’

 

obra de capa:

Sandra Cinto
Sem Título, 2004
Pigmento sobre chapa de MDF pintada

 

Musica Inicial:

Glauco Velásquez
2º movimento (allegro scherzando) – do Trio nº3.
Aulustrio
Integra disponível na Discoteca Oneyda Avarenga

Esse post faz parte do projeto Circulatório de Acervo da Supervisão de Ação Cultural do CCSP.

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